Este blogger foi criado por João Carlos, Airam Henrique e Luan Anjos da Escola Comendador Bernado Martin Catharino,como foi pedido pelo professor Diogo Fonseca na data de 07/07/2010. Tem como finalidade de mostrar A Cultura da Paz, a importância da nossa autobiografia, o respeito entre os povos e também mostrar a nossa avaliação de nossa aula de português.
terça-feira, 6 de julho de 2010
AVALIAÇÃO DAS AULAS DE PORTUGUÊS

Nossa avaliação das aulas de Língua Portuguesa é de sensata satisfação. Isso tudo devido o trabalho do Professor Diogo Fonseco que nos ajuda a cada dia que passa nos fazer entender de maneira fácil e simples sobre a nossa Lingua.
Com aulas criativas e interessantes, mudando um pouco do rumo das aulas rotineiras, fazendo-as bem legal.
Acima é o nosso professor Diogo.
Professor obrigado por fazer nossas aulas mais legais.
Agradecemos em nome de toda turma.
(FOTO RETIRADA DA PESQUISA GOOGLE IMAGENS
A IMPORTÂNCIA DE ESCREVER SOBRE SI MESMO
A autobiografia é feita com o intuito de passar nossa existencia e experiências para os demais...Mesmo após a morte nossa existencia e nossas experiências podem ser lidas por alguém. Uma maneira de prolongar nossa existencia, nao propriamente física, na Terra...
Além claro de ser uma promoção da pessoa e uma forma de elevar seu ego.
IGUALDADE ENTRE OS POVOS
Igualdade entre Diferentes
Será que um africano é diferente de um lapão? Será que um chinês é diferente de um pigmeu? E um português? Será que é diferente de um aborígene? À primeira vista parece que sim, mas, será mesmo? Olhando para as características físicas, naturalmente que sim. Agora, será que existe variação genética diferente? Um estudo de ADN comprova que a variação genética entre dois seres humanos de raças diferentes é inferior à dos chimpanzés. Portanto, dois chimpanzés (aparentemente iguais) diferem mais geneticamente do que dois seres humanos com características físicas distintas.
O estudo científico demonstra isso mesmo: igualdade entre os seres humanos. Parece uma simples notícia, mas não é, pois há muito tempo que assuntos tão importantes como o racismo, diferenciação social, xenofobia e nacionalismo são um problema global. Vejamos então o caso do racismo. Até na Antiguidade se praticava! Quem é que não se lembra do caso da II Guerra Mundial, onde milhões de judeus foram mortos e torturados pelo simples desejo de um homem? Seriam as suas raças assim tão diferentes? Porquê? Pura obsessão! Ainda hoje este acontecimento tão gregário gera revolta em muitos de nós. Mas este é “apenas” um caso em tantos outros que se praticam diariamente e por todos nós. Quem é que já não sofreu um comentário desagradável ao entrar em “território alheio”? Pessoas negras, asiáticas, indianas ou índias sofrem na pele o preço da diferença, ao conviverem com pessoas que ainda desconhecem esta nova descoberta no campo genético. Será que o ser humano chegou a um estado patológico tão deprimente que precise desta informação científica comprovada para entender e aceitar a igualdade entre os povos? Onde está a sensibilidade e a aceitação? Onde estão os valores morais adquiridos? Certamente não serão assim tão difíceis de encontrar. Basta parar e olhar em redor. O que vemos? Vemos um sortido de povos com características físicas muito diferentes, mas que afinal de contas, “por dentro” (segundo o estudo científico) somos tão semelhantes que nos completamos. Esta grande diversidade de povos é tão fantástica que inspirou investigações em cada um dos grupos étnicos. Aliás, também nesse campo, a ciência fez progressos, ao dizer que a variação genética permite adquirir dados úteis para a investigação médica, ou seja, a cura de certas doenças pode estar aí, nessa semelhança genética.
Fantástico não é? É pena que só há algum tempo é que o Homem se tenha apercebido disso. Quer através da ciência, quer pela nossa humanidade, verificamos a necessidade de uns dos outros para conseguir equilibrar o dinamismo do diferente, entendendo que pertencemos a etnias com diferentes culturas e cuja diferença é necessário compreender e respeitar, para o bem de todos nós.
A CULTURA DA PAZ
Cultura de paz
Chama da Paz, em Haia.Cultura de Paz: A ONU definiu o conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida associados à cultura de paz na Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz, divulgada em 13 de setembro de 1999. Diversas instituições em todo o mundo aderiram a esta declaração e se empenham na concretização destes ideais.
“Uma Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados:
No respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação;
No pleno respeito aos princípios de soberania, integridade territorial e independência política dos Estados e de não ingerência nos assuntos que são, essencialmente, de jurisdição interna dos Estados, em conformidade com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional;
No pleno respeito e na promoção de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais; No compromisso com a solução pacífica dos conflitos;
Nos esforços para satisfazer as necessidades de desenvolvimento e proteção do meio-ambiente para as gerações presente e futuras;
No respeito e promoção do direito ao desenvolvimento;
No respeito e fomento à igualdade de direitos e oportunidades de mulheres e homens;
No respeito e fomento ao direito de todas as pessoas à liberdade de expressão, opinião e informação;
Na adesão aos princípios de liberdade, justiça, democracia, tolerância, solidariedade, cooperação, pluralismo, diversidade cultural, diálogo e entendimento em todos os níveis da sociedade e entre as nações; e animados por uma atmosfera nacional e internacional que favoreça a paz.”
Movimento pela Paz e Não-Violência – Londrina Pazeando
Pazear [De paz + -ear2.] Verbo intransitivo. 1.Estabelecer paz ou harmonia. Presente do Indicativo eu pazeio/ tu pazeias /ele pazeia/ nós pazeamos/ vós pazeais/ eles pazeiam. Gerúndio - pazeando. (Fonte: Dicionário AURÉLIO)
É Pazeando que vamos construindo uma Cultura de Paz. Pazear é um verbo, ou seja verbo é ação. Pazear é promover ou estabelecer a paz ou harmonia. Em Londrina foi criado o 'Movimento pela Paz e Não-Violência – Londrina Pazeando', que tem como princípio o conceito de não-violência, ensinado e vivenciado por Gandhi e pelos heróis pacifistas.
A missão do Londrina Pazeando é contribuir para a construção de uma Cultura de Paz e Não-Violência no município de Londrina, por meio da mobilização das pessoas ligadas às organizações do terceiro setor, às empresas e ao Estado, para que todos possam viver em paz e harmonia plena.
Já a sua visão é a da construção de uma sociedade, onde a cultura seja de paz e não-violência; e os conflitos sejam resolvidos de forma pacífica, a exemplo dos heróis pacifistas.
São seus valores: Valorização dos direitos humanos; Respeito e amor ao próximo; Cultura da não-violência ativa; A verdade sempre; Diálogo entre as diferenças; Educação para valores humanos; Ética e transparência nas ações.
A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR
PRECISA-SE: de pessoas que tenham os pés na terra e as cabeças nas estrelas; capazes de sonhar, sem ter medo; tão idealistas que transformem seus sonhos em metas; e, elas, em realidade;
de pessoas determinadas que nunca abram mão de construir o seu futuro; que não temam mudanças, mas que saibam tirar proveito delas;
pessoas que tornem seu trabalho objeto de prazer e de realização pessoal; e que percebam, na visão e na missão de seus destinos, um forte impulso para sua própria motivação;
pessoas com dignidade, que se conduzam com coerência em seus discursos, seus atos, suas crenças e seus valores; de pessoas que questionem, não pela simples contestação, mas pela necessidade íntima de só aplicar as melhores idéias e praticar as boas ações; e que mostrem, em suas faces serenas, de parceiros ideais, sem querer ser superiores e nem inferiores, mas iguais;
de pessoas ávidas por aprender e que se orgulhem de absorver o novo; com coragem para abrir novos caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados, sem medo de errar;
de pessoas que construam suas equipes e nelas se integrem; e não tomem para si o poder, mas que saibam compartilhá-lo; pessoas que não se percam no seu próprio brilho, mas que se empolguem com o brilho do resultado alcançado em conjunto, como fazem as formigas e as abelhas;
de pessoas que enxerguem as árvores, mas também prestem atenção na magia da floresta e que tenham a percepção do todo e da parte; que sejam seres humanos justos, que inspirem e demonstrem confiança em seus parceiros, estimulando-os, energizando-os, sem receio que eles lhe façam sombra e sim orgulhando-se deles;
de pessoas que criem em torno de si um ambiente de entusiasmo, de liberdade, de responsabilidade, de determinação, de respeito e de amizade; que sejam seres racionais, que compreendam que a sua realização pessoal está atrelada à vazão de suas emoções, pois é nela que encontramos a razão de viver;
precisa-se dessa gente que saiba administrar as COISAS e liderar as PESSOAS, pois precisa-se, urgente, repensar um novo ser.”
Autor desconhecido
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